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UNIDADES DE
CONSERVAÇÃO ESTADUAIS
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Parque
Estadual da Pedra Branca:
“Localizado no centro geográfico do município do Rio de Janeiro, compreende
todas as encostas do Maciço da Pedra Branca, localizadas acima da cota de nível
de 100 metros. Estende-se por 12.500 hectares (125 quilômetros quadrados), que
se limitam com vários bairros da Zona Oeste e da Baixada de Jacarepaguá.
No Parque está situado o ponto culminante do município do Rio de Janeiro, o Pico
da Pedra Branca, com 1.024 metros de altitude. O Parque da Pedra Branca é
na verdade a maior floresta urbana do Brasil, título geralmente dado ao Parque
Nacional da Tijuca (e também ao Parque da Cantareira, na capital paulista) que é
bem menor. A Trilha da
Represa do Rio Grande é uma das mais acessíveis.
Pesquisadores já
identificaram mais de 180 espécies de aves. Entre estas destacam-se o
tucano-do-bico-preto (Ramphastos vitellinus); o araçari-poca
(Selenidera maculirostris); o gavião-pomba (Leucopternis
lacernulatus); o gavião-pega-macaco (Spizaetus tyrannus); o
papagainho (Touit melanonotus); o arapapá (Cochlearius cochlearius) e o
jacupemba (Penelope superciliaris).
Endereço: Núcleo Pau-da-Fome: Estrada do
Pau-da-Fome, nº 4003, Jacarepaguá, Rio de Janeiro – RJ. CEP:
22723-490. Tel: (21) 2446-4557
Núcleo Camorim:
Estrada do Camorim, 2118 - Camorim. CEP: 22780-070. Tel: (21)
3417-3642.” (fonte: sítio do IEF).
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Parque Estadual do Desengano:
“Demarcado em áreas dos municípios de Santa Maria Madalena, Campos e São
Fidélis. A sede do parque se encontra na cidade de Santa Maria Madalena, a
261 Km da capital. Chega-se lá, partindo do Rio, atravessando a ponte até
Niterói e pegando a estrada RJ 116 até a cidade de Nova Friburgo, de lá segue-se
pela BR 492 passando pela cidade de Bom Jardim. Continua-se pela BR
492 em direção a Cordeiro. Passamos a entrada para esta última cidade, à
esquerda e seguimos por mais alguns quilômetros até um entroncamento na
localidade de São Marinho que à esquerda leva a Cantagalo, em frente segue a BR
492, passando por Macuco e a esquerda chega-se a Trajano de Morais e, por último
a Santa Maria Madalena. A estrada que leva à cidade é que se toma a
esquerda quando se chega na localidade de Manoel de Morais. O Parque do
Desengano não tem ainda infra-estrutura turística e as trilhas partem, muitas
vezes, de propriedades particulares. Informações mais detalhadas acerca do
acesso às áreas do parque podem ser conseguidas na sede do mesmo, localizada à
Estrada de Itaporanga 35, Santa Maria Madalena, RJ. CEP: 28770-000 - Telefone:
(22) 2561-1192.
Alguns dos
pontos visitados por nós foram a trilha do Morro da Rifa, do Pico da Agulha, do
Rio Morumbeca do Imbé, do Ribeirão Vermelho e da Fazenda São Julião. Esta
última, localizada no município de Campos, constituía uma das últimas, e mais
bem preservadas áreas de Mata Atlântica de baixada no norte fluminense.”
(fonte: sítio do IEF).
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Parque
Estadual da Ilha Grande: “O
Parque Estadual da Ilha Grande está localizado no litoral sul do Estado do Rio
de Janeiro, fazendo parte do município de Angra dos Reis.
Chega-se na Ilha
apenas através de barco. Havendo um serviço regular de
ferry-boat partindo das cidades de Mangaratiba e Angra do
Reis.
O relevo é
acidentado, com declividades variáveis que podem atingir, em alguns pontos,
valores superiores a 80%, conferindo aos cursos d’água alta ocorrência de cheias
e de erosão. Os picos mais elevados são a Pedra d’Água, com 1.031 metros de
altitude, o mais alto da ilha, de onde se deslumbra o vale do Córrego da
Andorinha, e o Pico do Papagaio, com 959 metros, além do Morro do Ferreira, com
735 metros. As matas da Ilha são cortadas por trilhas, mas é conveniente o
uso de um guia da região para transitar por elas. O endereço da sede
é: Av Beira Mar, s/nº, Vila do Abraão, Angra dos Reis, RJ. CEP:
23940-000. Telefone: (24) 3361-5916.” (fonte: sítio do
IEF).
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Parque
Estadual da Serra da Tiririca:
“Localizado no município de Niterói sua área inclui o Morro das Andorinhas,
situado entre Itaipu e Itacoatiara, sendo a sede do Parque em Itaipuaçu, e a
sub-sede, em Itacoatiara (em fase de construção).
Com área
potencial de aproximadamente 2.400 hectares (24 quilômetros quadrados), o Parque
Estadual da Serra da Tiririca abrange terras das Regiões Leste e Oceânica do
município de Niterói e parte do bairro de Itaipuaçu, pertencente ao município de
Maricá.
A Serra da
Tiririca constitui um dos contrafortes da Serra do Mar, composto de elevações
denominadas de Pedra do Elefante (Alto Mourão), Morro do Telégrafo, Morro do
Catumbi, Pedra de Itacoatiara e Agulha Guarischi, dentre outros. O relevo
apresenta trechos bastante acidentados, com inclinações superiores a 50 graus,
aparecendo afloramentos rochosos considerados monumentos geológicos, como a
Pedra de Itacoatiara e o Morro do Elefante, o mais elevado, com 412 metros de
altitude. A vegetação da Serra da Tiririca sofreu o mesmo processo histórico de
degradação da Floresta Atlântica, que se iniciou no período colonial.
A avifauna do
parque registra a presença de aproximadamente 130 espécies.
Endereço: Rua
das Rosas, nº 24, Itacoatiara, Niterói, RJ. CEP: 24348-120.
Telefone: (21) 2629-8005.” (fonte: sítio do IEF)
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Parque
Estadual da Chacrinha:
“Localiza-se na vertente sul do Morro de São João, em Copacabana, Zona Sul do
município do Rio de Janeiro. Estende-se ao longo da Ladeira do Leme, desde
a Praça Cardeal Arcoverde até o antigo pórtico do reduto do Leme, fortaleza que
controlava o acesso de Copacabana a Botafogo.
Com 3,6
hectares, o parque mantém uma das últimas áreas de mata do bairro de Copacabana,
um dos mais densos aglomerados populacionais do país. A área foi formada por
terrenos que pertenciam às faixas de proteção de instalações militares, entre as
ruas Barata Ribeiro e antiga Rua Suzano, situada junto à fortaleza conhecida
como Chacrinha.
Apesar da sua
vizinhança com uma área urbana tão densamente ocupada como Copacabana, o Parque
apresenta uma mata importante para amenização climática da região e para
preservação de remanescentes de ecossistemas ali encontrados, inclusive a rica
vegetação rupícola das encostas do Morro de São João.
As trilhas são
bastante utilizadas por visitantes e montanhistas, que procuram acesso ao alto
do Morro de São João, pelas suas muitas vias de escalada.
Visitação: 8h às
17h de segunda a segunda. Endereço: Rua Guimarães Natal, s/nº, junto à
subestação da Light – Copacabana. CEP: 22011-090. Tel: 2530-3160
Como chegar:
Metrô – Estação Praça Cardeal Arcoverde. Ônibus: pela Rua Tonelero, linhas 128,
132 e 473; pela Rua Barata Ribeiro, linhas 415, 485 e 512.” (fonte: sítio
do IEF).
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Parque
Estadual dos Três Picos: Com
46.350 hectares (463,50 quilômetros quadrados), o Parque Estadual dos Três Picos
é a maior unidade de conservação ambiental do grupo de proteção integral do Rio
de Janeiro, tendo sido criado para preservar extensa porção de matas em
excelente estado de conservação na Região Serrana do estado, naquele que é
conhecido como o “Corredor da Serra do Mar”. Cerca de dois terços de sua área
encontra-se no município de Cachoeiras de Macacu, e o restante divide-se entre
os municípios de Nova Friburgo, Teresópolis, Silva Jardim e
Guapimirim.
O acesso a áreas
do parque se faz, principalmente, pelas estradas Tersópolis – Nova Friburgo e
Cachoeiras de Macacu – Nova Friburgo (RJ 116).
O Parque
Estadual dos Três Picos forma um contínuo florestal com o Parque Nacional da
Serra dos Órgãos e com a Estação Ecológica do Paraíso, o que aumenta a sua
importância como refúgio para inúmeras espécies da fauna.
No Parque
Estadual dos Três Picos foram encontrados os mais elevados índices de
biodiversidade em todo o estado do Rio de Janeiro, o que em parte se explica
devido à sua grande variação de altitudes: ele se estende desde a cota
altimétrica de 100 metros, em certas vertentes, até os 2.310 metros do Pico
Maior de Friburgo, ponto culminante de toda a Serra do Mar. Devido a isso, ali
podem ser observadas formações tão diversas como a floresta ombrófila densa e as
matas de encosta, com sua grande variedade de árvores por hectare; as matas de
neblina, com sua extraordinária diversidade de espécies epífitas, e os campos de
altitude. Isso fez com que os especialistas considerassem aquela região
como um dos “hot spots” em termos de biodiversidade em todo o planeta, sendo a
sua
preservação considerada prioridade
máxima.
Dentre as
montanhas mais conhecidas podemos citar os Três Picos de Friburgo: o
Capacete; o Morro dos Cabritos; a Pedra D’Anta, além de outras formações
rochosas menores mas de formas peculiares, como os Dois Bicos do Vale das
Sebastianas; a Caixa de Fósforos; as Torres de Bonsucesso; o Alto da Caledônia,
em Nova Friburgo; a “Mulher de Pedra” em Teresópolis; o Morro do Subaio e a
Pedra do Colégio, em Cachoeiras de Macacu.” (fonte: sítio do
IEF).
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Parque
Estadual do Grajaú: “Antes
chamada Reserva Florestal do Grajaú, sua denominação foi alterada para Parque
Estadual do Grajaú, através do Decreto Estadual nº 32.017, de 15 de outubro de
2002, em atendimento ao artigo 55 da Lei Federal nº 9.985/00, que instituiu o
Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC. Possui 55
hectares.
Localizada no
bairro do Grajaú, Zona Norte do município do Rio de Janeiro, estende-se sobre a
encosta nordeste da Serra dos Três Rios até os limites do Parque Nacional da
Tijuca. O Pico do Perdido ou Pedra do Andaraí, com altitude de 444 metros, é um
marco notável, devido à sua elegante forma piramidal, que atrai muitos
escaladores.
Endereço:
Rua Comendador Martinelli, nº 742, Grajaú, Rio de Janeiro/RJ. CEP:
20561-060. Telefone: (21) 2576-4296.” (fonte: sítio do
IEF).
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Parque
Estadual Marinho do Aventureiro: “É integrado com a Reserva Biológica da Praia
do Sul e seus limites compreendem toda a área de costeira e praias, desde a
ponta da Tacunduba (Parnaioca) até a ponta do Drago na Ilha Grande.”
(fonte: sítio Guia do Litoral).
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Reserva
Biológica Estadual de Araras:
“Localizada em Araras, segundo distrito do Município de Petrópolis, a Reserva
Biológica de Araras abrange área de aproximadamente 2.068 hectares (20,68
quilômetros quadrados), e está parcialmente incluída na Área de Proteção
Ambiental de Petrópolis, administrada pelo IBAMA. A sede da Reserva está
implantada no Bairro Jardim Araras e tem grande potencial para apoiar o
desenvolvimento de pesquisas científicas. Situada na Serra do Mar,
apresenta-se com relevo bastante acidentado, destacando-se pela presença de
vertentes rochosas íngremes, com declividades chegando a 50% e 70% e com
variações de altitude entre 1.000 e 1.766 metros (Pico do Couto).
A rede
hidrográfica, formada pelos rios Araras e Vargem Grande, se dirige para o Rio
Piabanha, afluente do Paraíba do Sul. Já o Córrego Ponte Funda e outros de menor
porte drenam para o Rio Fagundes, também afluente do Paraíba do Sul. A Reserva
tem cobertura vegetal formada principalmente pela presença da floresta ombrófila
densa, mata de encosta e de altitude. As matas são compostas principalmente por
vegetação secundária, com presença de apenas alguns trechos de floresta mais
regenerada.
No maciço
florestal formado pelo vale do Rio França e pela vertente oposta ao Rio Araras,
encontra-se a maior concentração de floresta mais densa de toda a
Reserva.
Endereço:
Rua Bernardo Coutinho, nº 10.351, Estrada do Horto, Jardim Araras,
Petrópolis/RJ. CEP: 25725-020. Telefone: (24) 2225-9144.”
(fonte: sítio do IEF).
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Reserva
Biológica e Arqueológica de Guaratiba (Estadual): “Com área de aproximadamente 3.600 hectares
(36 quilômetros quadrados), está localizada na Zona Oeste do município do Rio de
Janeiro, litoral nordeste da Baía de Sepetiba, abrangendo somente terrenos de
marinha. Pode ser acessado de barco e em determinados pontos dos bairros
de Guaratiba e Sepetiba.
Caracteriza-se
pela extensa cobertura de manguezais, dos mais preservados do Estado, que se
tornaram locais de abrigo de inúmeras espécies da fauna e da flora ameaçadas de
extinção. A região foi o último local de ocorrência no Rio de Janeiro do guará,
ave que originou o topônimo Guaratiba, que significa “abundância de
guarás”.
Nos meandros dos
rios há vegetação de manguezal de porte arbóreo, que chega a atingir 8 metros de
altura.
Na avifauna
destaca-se o colhereiro. É área de nidificação de aves paludícolas e ponto de
repouso e alimentação de aves migratórias. Lá podem ser encontrados com
freqüência, o sebinho-do-mangue (Conirostrum speciosum) e diversas espécies de
maçaricos migratórios.
Endereço:
Estrada da Matriz, nº 4445, Guaratiba/RJ. CEP: 23020-710. Telefone:
(21) 3394-2594.” (fonte: sítio do IEF).
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Reserva
Ecológica Estadual da Joatinga:
“A Reserva Ecológica da Joatinga localiza-se no extremo sul do Estado, no
Município de Paraty, e está inserida na Área de Proteção Ambiental de Cairuçu,
administrada pelo IBAMA. Foi criada com o objetivo de preservar o ecossistema
local, composto por remanescentes florestais de Mata Atlântica, restingas,
manguezais e costões rochosos, além de tentar preservar a típica cultura
caiçara.
Conhecida como
Juatinga ou Cajaíba, a área da Reserva, com cerca de 8.000 hectares (80
quilômetros quadrados), abriga doze núcleos de ocupação de populações
tradicionais. Os núcleos se relacionam entre si e usam a cidade de Paraty como
centro de comércio e serviços, apesar da precariedade de acesso — a pé, por
picadas, ou barcos. A vegetação natural da região é formada por Floresta
Atlântica com elevada biodiversidade, possuindo aproximadamente 10.000 espécies
de plantas, em que se destaca a exuberância da mata higrófila nas encostas e nos
vales, a mata de restinga e os manguezais do fundo do Saco do Mamanguá. As
vertentes apresentam afloramentos rochosos cobertos por flora característica,
constituída principalmente por gramíneas, aráceas, bromeliáceas, orquidáceas e
cactáceas.
Apesar de
inexistirem estudos detalhados sobre a fauna local, são facilmente encontrados
animais característicos da mata pluvial.
Endereço:
Rua Antônio Núbile de Fança, s/nº, Chácara da Saudade, Paraty/RJ. CEP:
23970-000.” (fonte: sítio do IEF).
Outras
unidades de conservação estaduais no estado do Rio de Janeiro:
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APA da Floresta do Jacarandá –
Teresópolis;
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APA de Frades –
Teresópolis;
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APA das Serras do Gericinó e
Mendanha – Rio, N. Iguaçu e Nilópolis;
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APA de Mangaratiba –
Mangaratiba;
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APA do Sistema Lagunar de Maricá
– Maricá;
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APA de Massambaba – Saquarema,
Araruama e Arraial do Cabo;
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APA da Serra de Madureira – Rio
de Janeiro;
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APA de Sapiatiba – São Pedro
D’Aldeia;
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APA de Tamoios – Angra dos
Reis;
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A. Tomb. Canto Sul de Itaipu,
Ilhas do Pai, da Mãe e da Menina – Niterói;
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A. Tomb. das Dunas Damas Brancas
– Cabo Frio;
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A. Tomb. Foz do Paraíba do Sul /
Ilha da Convivência – São João da Barra;
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A. Tomb. dos Morros de São João
da Mantiqueira e Guaratiba, Praias Pequena e Funda – Rio de Janeiro;
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A. Tomb. do Anfiteatro de Grumari
– Rio de Janeiro;
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A. Tomb. entre a Ponta da
Trindade e Praia de Tarituba – Parati;
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A. Tomb. da Serra do Mar / Mata
Atlântica;
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EE do Paraíso – Magé, Cachoeiras
de Macacu e Teresópolis;
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RE de Jacarepiá –
Saquarema;
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RE de Massambaba –
Araruama;
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REBIO da Ilha Grande – Angra dos
Reis;
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REBIO de Jacarepaguá – Rio de
Janeiro;
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REBIO da Praia do Sul – Ilha
Grande, Angra dos Reis;
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REBIO do Jacarandá –
Teresópolis;
A. Tomb. - Área Tombada;
APA - Área de Proteção Ambiental;
EE - Estação Ecológica; RBio
- Reserva Biológica;
RE - Reseva Ecológica.
Fonte: Unidades de Conservação no
Estado do Rio de Janeiro de Wilson Ferreira de Mendonça Filho; Delson
Luiz Martins Queiroz e Luiz Otávio de Lima Pedreira.
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